(Re)Curso de Iniciação à Fotografia

quarta-feira, 14 de abril de 2010

17 de Abril Inauguração de Exposições


No próximo dia 18 de Abril, pelas 16h, irá ter lugar a inauguração das exposições das Galerias em Miguel Bombarda, no Porto

"A Rua Miguel Bombarda, no Porto, volta a trocar o silêncio que lhe é característico pela confusão de gente que a toma de assalto a cada três meses. Hoje, as galerias que são a marca identitária desta artéria na Baixa juntam-se numa série de inaugurações de exposições de artes plásticas, num evento cultural que a cidade se habituou a esperar." texto retirado do site do Jornal Público

terça-feira, 6 de abril de 2010

Flash interno


O uso de Flash numa fotografia é sem dúvida um tema com pano para mangas. Normalmente as compactas ou DSLR vêem com um flash incorporado no corpo da câmara, para quem fotografa regularmente em modo automático, vê-se constantemente em situações em que o flash dispara automaticamente, desvirtualizando assim, a imagem final. Isto acontece porque fotografando em modo automático, a câmara automatiza processos e em condições não ideais de luminosidade, dispara esse mesmo flash para compensar a falta de luz.

Fotografando em modo manual, existem formas de ultrapassar esse condicionalismo que o modo automático + flash nos proporcionam. Por exemplo aumentar o ISO para compensar a luminosidade, abrindo mais o diafragma ou então dando mais tempo de exposição com a ajuda de um tripé (o que em situações de movimento provocará arrastamentos).

O problema do flash incorporado é que não é controlável na direcção, não dá por exemplo para disparar para cima ou para trás, o chamado “bounce” e tendo também pouco alcance, acaba por “estragar” o ambiente de uma fotografia. A luz incidente provocada pelo flash interno, é assim, directa e muitas vezes descontrolada.

Reparem nas três imagens. Sendo a da esquerda com um flash normal, a disparar directamente para o objecto e a fotografia da direita, tirada com um flash externo rebatido para o tecto, luz indirecta, preenchendo a luminosidade do cenário, sem retirar informação e ambiente ao objecto em si.

sábado, 3 de abril de 2010

Click [#Nuno Cera]




Fotografo português, nascido em Beja, 1972, vive em Lisboa e em Berlin.
Site a visitar: http://www.nunocera.com

Aula Prática

Experiência Prática de Técnicas de Fotografia,
variações de diafragma, pouca e muita profundidade de campo,
congelamentos, luz de recorte, variações de planos e ângulos, etc.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Sugestão de leitura




Recomendo este livro documental de fotografia e jornalismo, a provar que em Portugal também há "matéria" de sobra para se fazer grandes trabalhos!

«Este livro é um documentário fotográfico realizado pelo fotojornalista Leonel de Castro, com texto do jornalista Jorge Laiginhas, motivado pela supressão da chamada Linha do Tua, que irá ficar submersa após a construção da barragem do Tua.
Trata-se de um documento histórico, uma vez que é um trabalho inédito e único de registo fotográfico exaustivo.
Os registos fotográficos captam não só a enorme beleza e dignidade da paisagem, como a própria vida da linha ferroviária: as pessoas que a utilizam, a presença dos carris e do comboio na terra e na vida das gentes da região.
Este livro está associado ao documentário de Jorge Pelicano, com o mesmo nome, que tem ganho diversos prémios nacionais (num só dia ganhou 6 prémios) e que vai estar nas salas de cinema em Janeiro»


segunda-feira, 29 de março de 2010

Stopmotion

Dar vida às imagens, uma representação cinematográfica do que fotografamos, podia definir facilmente desta forma uma Stopmotion.

O que vamos então fazer?
Primeiro, criar um guião, uma história/argumento. Depois vamos fotografar sequencialmente essa/s acção/acções.
Se pretendermos uma Stopmotion fluída, com rapidez de movimento e uma aproximação maior ao cinema, convém fotografarmos no modo de qualidade mais baixo, para termos maior capacidade de resposta da câmara.
Se fotografarmos por exemplo em RAW, o ficheiro que é gerado é muito pesado, logo, não teremos a fluidez necessária para o movimento. Se colocarmos a câmara num modo de qualidade S, a resposta será imediata e a quantidade de disparos consecutivos aumentará bastante.

Para fotografarmos sequencialmente, teremos também que alterar o nosso modo de disparo (normal, sequencial ou temporizador) para Sequencial.

Depois precisamos de um bom computador para processar as várias imagens, poderão ser 100, 200, 1000, etc. E necessitamos também de um editor como por exemplo o Adobe Premiere ou o básico Movie Maker.
Para termos ainda maior fluidez nas imagens, convém alterar os tempos de duração de cada imagem e os tempos de transição para o mínimo que nos convier, dependendo da rapidez desejada.

Stopmotion efectuada por Ana Isabel Rodrigues na 13ª Edição do Curso de Iniciação à Fotografia - Velha-a-Branca, Braga

sexta-feira, 26 de março de 2010

Fotografia a Preto & Branco



Fotografar a Preto & Branco não é uma tarefa fácil. Existe sempre aquele romantismo do tempo do Analógico, em que se fotografava com filme de 400ASA para se obter o grão típico das fotos PB.


Hoje em dia, a conversão para PB não é tão fácil quanto possa parecer, e o grão que o digital associa às imagens devido a ISO's elevados, não é mais do que ruído digital! Existe a tentação de confundir grão de filme com ruído obtido pelos sensores digitais.


A nível de composição, a "construção" de uma imagem a PB, é diferente de uma imagem a cores. O pensamento terá que ser diferente. Não é qualquer fotografia que fica bem a PB!!! Para se fotografar a PB o pensamento tem que estar mais focado em grandes contrastes de luminosidade, altas luzes e baixas luzes bem definidas. Numa imagem como a de cima, a transformação para PB, não faz realçar a modelo, pelo contrário, a escala de cinzas, torna confusa a imagem.


Por outro lado, imagens como a de baixo, já se tornam mais interessantes a PB, porque os pretos estão bem definidos, e a diferença entre os pretos e os brancos, cria um contraste e acentua a linguagem da fotografia.